quinta-feira, outubro 11, 2007

A castidade, ai a castidade....


Olá meus amigos, agora que já nos rimos o suficiente com as aventuras de Paris vamos passar a assuntos sérios. E o caso vai assim: tenho um amigo que foi este semestre de erasmus p'ra Polónia, o que só podia ser bom se ele não tivesse ido com a namorada! Ah, com a namorada exclamam vocês! Mas quem é que vai com a namorada para uma terra onde as mulheres bonitas são como as maçãs, crescem nas árvores e estão sempre maduras e sumarentas ?!? Não faz sentido, não compreendo, e quando não percebo algo é sinal que tenho que mudar de perspectiva. Vivendo nós numa altura em que cintos de castidade são coisa do passado duma remota idade das trevas, deduzo que o meu amigo teria as suas próprias razões para ir de erasmus e a razão da sua namorada ir foi garantir a fidelidade do namorado.
Ora, eu neste caso tomo o partido da rapariga, aliás acrescento que dado que reprovo totalmente o adultério tomaria sempre o lado daqueles que poderiam ser enganados. De modos que pus-me a pensar e concebi o sucessor do cinto de castidade, um equipamento adaptado aos dias de hoje, igualmente eficaz como o seu predecessor mas muito menos intrusivo.
Consistiria este num chip implantado no córtex cerebral do potencial cônjugue infiel, quando os 2 parceiros desejarem mandar uma berlaitada, basta que o cônjugue fiel insira (por meio ainda a determinar) um código pin que desbloquearia as funções sexuais dos genitais do parceiro, ou seja só através desse pin é que a pachaica aquecia o forno e o mastro hastea-va a bandeira.
Obviamente se o cônjuge quisesse ser infiel e errasse 3 vezes o código pin então o seu genital ficaria bloqueado (não podendo sequer mandar uma mija e/ou uma cagada depende do orgão controlado pelo chip...) e nesse caso só com o código puk na posse do parceiro fiel se poderia desbloquear o genital .
Se o parceiro fiel não puder/quiser inserir o puk ou o parceiro infiel não desejar recorrer ao puk do parceiro fiel, deve para evitar uma morte lenta e angustiante ir á loja onde fazem um reset manual do chip, claro que para isto é necessário apresentar a factura do chip que geralmente estaria em posse do cônjugue fiel. E assim se resolviam muitos problemas, ou não!
E esta hein?

6 comentários:

Ranzine - Simplesmente disse...

Querias era dizer A Caridade, ai a Cari....

Anónimo disse...

Eu diria que seria a caridade ao serviço da humanidade... sem dúvida...

Magnífico engenheiro disse...

Meus amigos, devem esclarecer essas meias-palavras aos restantes membros, também eles devem saber o bem que faz a caridade.

Ranzine - Simplesmente disse...

A Caridade é uma moça de nacionalidade espanhola, de olhos claros (azul/esverdeado) cerca de 1.69 de altura e corpinho de modelo mas melhor. Na noite em que a conhecemos ela disse que se chamava Caridade, mas que gostava de ser tratada de Cari. Claro que com o passar da noite e com a panóplia de bebidas destiladas e fermentadas, repito panóplia, o nosso Magnífico só se lembrava de lhe chamar Caridade ao que ela retorquia sensualmente "Cari, Cari es Cari...". Daí o suspiro "Ai Caridade...".

Magnífico engenheiro disse...

Sim, certo...está correcto...mais ou menos, tirando o pormenor que ela tinha 1.71 de altura, esse pormenor faz toda a diferença, mas de qualquer maneira, AI CARIDADEEEEE!!!

O Provedor disse...

Já estou esclarecido sobre o bem que faz a caridade. É mais alguém que se rendeu a um dos tão apregoados apagões!