Faz cerca de 2 anos e meio vim viver para Lisboa, tendo até então vivido numa pequena cidade do interior esquecido e ostracizado. Uma das diferenças que depressa notei foi a contínua presença de buzinadelas e sirenes. Não passa um dia que não tenha os meus pobres tímpanos atacados por esta sinfonia rodoviária. O maior contributo ao ruído julgo que é mesmo do Inem, numa cidade com imensa gente que além de guiar mal está possuída de uma personalidade urbana os acidentes são uma constante ergo as sirenes do Inem são constantes. Ora para melhorar esta situação surgiu-me a ideia de implementar a sirene silenciosa, esta sirene continuaria a desempenhar funções de alerta indiscriminado da população mas agora sem o o incómodo do ruído elevado. Como conseguir tal efeito? Se raciocinarmos, vemos que qualquer dispositivo de alertamento tem de actuar em 1 dos 5 sentidos:
- a sirene actual actua nefastamente sob a audição pelo que pode-se descartar este sentido;
- a visão não é uma boa opção pois uma pessoa só vê aquilo que tem á frente e nenhuma solução funcionará se a sirene não estiver no campo de visão da pessoa;
- o paladar ainda é mais restritivo que a visão no que respeita á área de actuação pelo que se descarta também;
- o olfacto é uma boa hipotése se considerarmos uma solução em que a ambulância lança no ar um spray odorífero que seria apercebido por todos (até pelos surdos), podia ser por exemplo o fragrante aroma de tintol carrascão, de entremeadas na brasa ou até mesmo bacalhau assado;
- o tacto é estranhamente talvez a melhor alternativa, imaginemos uma antena na ambulância que transmite um sinal especificado que actua sobre todos os telemóveis nas redondezas, este sinal faria que os telemóveis (previamente programados para tal) vibrassem numa frequência especifica, sendo o telémóvel guardado junto aos genitais do dono, quando começasse a vibrar iria provocar um orgasmo no dono e este saberia imediatamente que uma ambulância estava perto.
Existem porventura outras implementações de sirenes silenciosas, quem se lembrar é instado a partilhar as suas ideias, quem sabe se não se consegue levar a bom porto esta ideia.
quinta-feira, novembro 27, 2008
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